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Pequenas soluções para o problema dos pneus

Soluções criativas p/ os problemas com os pneus
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Pneus

BORRACHA E O PNEU
- O Brasil se encontra em 2º lugar no ranking mundial de recauchutagem de pneus.
- Um pneu de avião a jato pode ser recauchutado até 30 vezes.
- A reciclagem e reaproveitamento dos pneus no Brasil corresponde a cerca de 30 mil toneladas (Cempre, 1999).
- Proteção de construções à beira mar – nos diques e cais; barragens e contenção de encostas, onde são geralmente colocados inteiros;
- Recauchutagem – são adicionadas novas camadas de borracha nos pneus "carecas" ou sem friso. A recauchutagem aumenta a vida útil do pneu em 40% e economiza 80% de energia e matéria-prima em relação à produção de pneus novos.
- Reaproveitamento energético (fornos de cimento e usinas termoelétricas) - cada quilograma de pneu libera entre 8,3 a 8,5 kilowatts por hora de energia. Esta energia é até 30% maior do que a contida em 1 quilo de madeira ou carvão. As indústrias de papel e celulose e as fábricas de cal também são grandes usuárias de pneus em caldeiras, usando a carcaça inteira e aproveitando alguns óxidos contidos nos metais dos pneus radiais.
A queima de pneus para aquecer caldeiras é regulamentada por lei. Ela determina que a fumaça emanada (contendo dióxido de enxofre, por exemplo) se enquadre no padrão I da escala de Reingelmann para a totalidade de fumaças.
- A RELASTOMER Tecnologia e Participações S.A. desenvolveu um processo cuja característica básica é a recuperação de borrachas vulcanizadas a baixa temperatura (máximo 80ºC), a execução deste processamento na fase líquida e a utilização de catalisador heterogêneo. O produto regenerado apresenta alta homogeneidade, mantendo 75% das características físicas da composição original.
- Um subprojeto interdisiciplinar envolvendo pesquisadores das faculdades de Engenharia Civil e Mecânica da Unicamp propõe uma solução de gerenciamento de pneus descartados. A proposta dos professores Carlos Alberto Mariotoni, Caio Glauco Sanchéz e E. Goulart consiste na construção de um reator de leito fluidizado que processa fragmentos de pneus usados, para a obtenção de subprodutos através de sua gaseificação.
- O Departamento de Engenharia Civil da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) é pioneiro no desenvolvimento de pesquisa relacionada à reutilização de pneus usados em obras de engenharia no Brasil. A PUC-RJ, com apoio da International Development Research Centre (IDRC) e da Geo-Rio e com a participação da Universidade de Ottawa, vem desenvolvendo experimentos de construção de muros de arrimo com pneus e ensaios relativos ao reforço de solos com pneus usados, o que introduz uma resistência e rigidez adicionais aos aterros.
- Jogados em terrenos baldios, acumulam, por causa de seu formato, água da chuva no seu interior, servindo de local onde os mosquitos transmissores de doenças, como a dengue e a febre amarela, colocam seus ovos.
- Colocados em lixões, misturam-se com o resto do lixo, absorvendo os gases liberados pela decomposição, inchando e estourando. Acabam sendo separados e abandonados em grandes pilhas em locais abertos, junto a esses lixões.
- Queimados, podem causar incêndios, pois cada pneu é capaz de ficar em combustão por mais de um mês, liberando mais de dez litros de óleo no solo, contaminando a água do subsolo e aumentando a poluição do ar. Saiba então que isto é proibido pela legislação ambiental !
- Manter os pneus em lugar abrigado ou cobri-los para evitar que a água entre e se acumule.
- Antes de jogar pneus num aterro, furar as carcaças para deixar escorrer a água ou cortá-las em muitos pedaços, para diminuir seu volume.
- RECICLAR, porque: economiza energia - para cada meio quilo de borracha feita de materiais reciclados, são economizados cerca de 75% a 80% da energia necessária para produzir a mesma quantidade de borracha virgem (nova); economiza petróleo (uma das fontes de matéria-prima); reduz o custo final da borracha em mais de 50%.
- REDUZIR o consumo dos pneus, mantendo-os adequadamente cheios e alinhados, fazendo rodízio e balanceamento a cada dez mil quilômetros e procurar usar pneus com tiras de aço, que têm uma durabilidade 90% maior do que o normal.
Faça a sua parte II

Maçã portatrecos
Material:
- 2 ou mais PET’s brancas (ou outra cor) diferentes
- Tinta plástica nas cores: vermelha (tom escuro e claro), verde (tom escuro e claro). Outras cores também são bem vindas
- Tesoura
- Estilete
- Massa epóxi
- Pincel
- Molde para folha
Modo de fazer:
- Corte o fundo de duas garrafas PET's, de maneira que uma fique mais alta que a outra.
- A garrafa de fundo menor será a base da maçã e a de fundo maior, a tampa.
- Pinte-as com a tinta vermelha.
- Com as partes da garrafa que sobrar, faça as folhas; para isso, use o molde para folha (que pode ser uma folha de uma planta de verdade) e em seguida pinte de verde, como na figura.
- Coloque as folhas presas no fundo que será a tampa da maçã, e pronto, basta encaixar as duas metades e o portatrecos está pronto.
Material:
- 1 garrafa PET transparente branca
- 1 cordão qualquer
- argolinhas
- 1 canetinha
- 1 tinta plástica vermelha
- 1 preguinho
- 1 martelinho
- Molde de coração (que pode ser desenhado no papel e recortado)
– sugestão: definam o formato dos pingentes da maneira que acharem mais legal.
Modo de fazer:
- Retire a parte do gargalo e do fundo e abra a PET como uma folha de papel.
- Coloque o molde do coração por cima e recorte.
- Com os corações prontos, fure-os usando o prego e o martelo.
- Agora pinte os corações com a tinta plástica vermelha ou como desejar.
- Coloque as argolinhas nos furos feitos pelo prego e prenda-as
- na fita.
- Coloque vários corações ao longo do cordão e pronto, agora é só colocar no pescoço!
Sugestões de variações: pode-se substituir o cordão por uma tira de pano e fazer um cintoou pulseira.
O castiçal é uma peça ideal para uma decoração. Além disso, é útil como suporte para vela. Ao utilizar o castiçal como portavela, não se esqueça de colocar água no recipiente, pois o pet derrete quando colocado sob o calor do fogo.Aproveite a idéia e enfeite sua ceia de Natal com esta peça. Aprenda como fazer este castiçal decorativo.
" Material:
- 1 PET branca
- 1 lixa gramatura 320
- 1 tesoura
- 1 estilete
- 1 tinta dourada dimensional
- 1 canetinha colorida
Modo de fazer:
- Primeiro separe a PET branca e recorte o fundo.
- O recorte pode ser ondulado como na figura.
- Aplique a tinta colorida nas bordas e contorne com a canetinha.
- Depois, recorte a parte de cima da PET, cerca de 10 centímetros abaixo da tampa.
- Lixe as rebarbas e repita o processo feito com a parte do fundo da PET.
- Agora recorte o miolo da parte do fundo da garrafa, do tamanho da boca e encaixe os dois, formando o corpo do castiçal.
- Remende a junção com cola e enfeite.
Fonte: http://www.adamantina.sp.gov.br/recicle/index.php?name=arte&file=index3
Faça a sua parte (Part I)
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Nos seres humanos “normais”, somos tão responsáveis pela Terra quanto as grandes corporações, em quem costumamos colocar a culpa pelo estado em que o planeta se encontra, do alto de nossa “inocência”, costumamos apontar o dedo pra essa ou aquela empresa, ou pra esse ou aquele pais, sempre esquecendo, convenientemente, da nossa culpa. Quando agente não faz nada pra que a situação mude, nos tornamos mais culpados do que qualquer um. Então façamos a nossa parte, não é tão difícil quanto parece. Recicle seu lixo, vá de a pé a padaria, quando possível utilize o transporte publico, opte pelo álcool à gasolina, entre outras atitudes que são medidas simples mas que fazem toda a diferença.
E para quem gosta de artesanato, vamos publicar uma serie de pots que vão ensinar a fazer alguns apetrechos com aquilo que chamamos erroneamente de lixo.
Bolsa / Mochila de PET
Material:
1. Uma garrafa de PET lisa
2. estilete ou tesoura
3. fita de seda ou tecido para fecho e alça (podeseutilizar alça de silicone)
Procedimento:
- Corte o bocal da garrafa
- Corte um dos lados até a metade
- Faça um furo de cada lado, logo abaixo do corte para inserir a alça.Se for feita mochilinha, deve se fazer dois furos na parte de trás também.(No caso da alça de silicone, o ideal é coloca-las com rebites).
- Faça quatro furos (dois em cima e dois embaixo) para a colocação dofecho. (Os dois furos de baixo podem ser substituídos por um botão grande).
- Dobre a aba que sobrou para fazer a tampa de bolsa e feche-a com afita de seda ou utilize um botão.
- Pregue a alça da bolsa tiracolo. Pregue as alças da mochilinha.
Fonte: http://www.adamantina.sp.gov.br/recicle/index.php?me=arte&file=index3
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PET

O QUE É PET
Desenvolvido por dois químicos britânicos Whinfield e Dickson em 1941. Formado pela reação entre o ácido tereftálico e o etileno glicol, tornase um poliéster.
Os principais contaminantes do PET reciclado de garrafas de refrigerantes são osadesivos (polietireno e a cola usada em sua base) usados como rótulo e ("base cup") Afamosa base de alguns refrigerantes (Polipropileno). A maioria dos processos de lavagens não impede que traços destes produtos indesejáveis permaneçam no floco de PET. A cola age como catalisador de degradação hidrolítica quando o material é submetido à alta temperatura no processo de extrusão, além de escurecer e endurecer oreciclado. O mesmo pode ocorrer com o cloreto de polivinila (PVC), que compõe outrostipos de garrafas e não pode ser misturadas com a sucata de PET, pois o PVC reage com o PET, transformando-o em outra substância.
O alumínio existente em algumas tampas só é tolerado com teor de até 50 partes por milhão no reciclado.
A seleção e pré-processamento da sucata é muito importante para a garantia de qualidade do reciclado. A seleção pode ser feita pelo símbolo que identifica o material oubpela cor (cristal, âmbar, ou verde). A separação pode seguir processos manuais oumecânicos, como sensores ópticos.
No pré-processamento, após a prensagem, é preciso retirar os contaminantes,separando-os por diferença de densidade em fluxo de água ou ar.
Além do rótulo(polietileno de alta densidade), devem ser retirados da sucata os resíduos de refrigerantes e demais detritos, por meio de processos de lavagem.
Os diferentes tipos de garrafas também podem ser um problema na reciclagem. Asgarrafas que são usadas para envase de bebidas carbonadas, precisam de um Índicede Viscosidade maior que o de uma garrafa de água, por exemplo. Dependendo da aplicação da resina reciclada, a mistura dos dois tipos de garrafas pode dar um efeito complicador no futuro processamento.
Muito do que é conhecido como lixo, na verdade é desperdício, pois a grande maioria dos resíduos que são jogados no lixão podem ter outros usos. Quando um resíduo deixa de ir para o lixão, além de gerar emprego, reduzir poluição e contaminação do meio ambiente, reduz consideravelmente a retirada de grande quantidade dos recursos naturais do meio ambiente.
1994--------------------------------------------------------------------80.000
1995-------------------------------------------------------------------120.000
1996-------------------------------------------------------------------150.000
1997-------------------------------------------------------------------185.700
1998-------------------------------------------------------------------223.600
1999-------------------------------------------------------------------244.800
2000-------------------------------------------------------------------255.100
2001-------------------------------------------------------------------270.000
2002-------------------------------------------------------------------300.000
2003-------------------------------------------------------------------330.000
2004-------------------------------------------------------------------360.000
2008---------------------------------------------------------------10.000.000
" Plasticos Biodegradaveis
Plásticos Biodegradaveis
Biodegradabilidade quer dizer a capacidade de um material ser degradado sob a ação de elementos vivos.
A "degradação" (passagem de um estado de referência a um estado degradado) é uma modificação estrutural do material caracterizado por uma diminuição de suas qualidades e desempenho .
Na realidade, além dos elementos vivos, é necessário levar em consideração o biótopo do conjunto (orgânico, mineral e climático) necessário para que a biodegradação ocorra.
Biótopo é o meio complexo onde ocorrem as reações. Nele, devem ser considerados todos os parâmetros físicos (temperatura, pressão, ação mecânica dos ventos, chuva e neve, de alagamentos, ação da luz, ...), a composição química da água, do ar e do solo, além dos parâmetros biológicos (ação dos animais, vegetais e microorganismos).
A degradação também pode resultar da ação de parâmetros unicamente físicos (deformação, ruptura e modificação da estrutura cristalina sob a ação de pressões mecânicas ou da temperatura). Ela pode ainda resultar de uma reação química (modificação grande ou parcial da composição molecular sob a ação de agentes químicos ou minerais provenientes de organismos vivos). De forma mais complexa, ela pode ser resultado da combinação de todos esses parâmetros como, por exemplo, a degradação química resultante da ação física da luz.
A biodegradação não é, portanto, resultado de uma simples ação de microorganismos, porque as condições nas quais eles atuam estão relacionadas com todas as características do meio.
As diferentes possibilidades de degradação dos polímeros
Se considerarmos a problemática da eliminação dos resíduos sólidos, a simples perda das propriedades de um material, sem redução de sua massa, não possui grande interesse. A perda de massa deve ser quase total.
· A FotodegradaçãoNesse fenômeno, o fator determinante da degradação é a ação da luz e, mais particularmente, dos raios ultravioleta.
Todos os polímeros são sensíveis à luz em graus diferentes. Por esta razão, eles possuem aditivos para retardar esse efeito. Da mesma forma, eles podem conter aceleradores de fotodegradação que entram em ação assim que os retardadores sejam consumidos.
As aplicações mais conhecidas são os filmes agrícolas fotodegradáveis para recobrimento do terreno eí culturas rasteiras. O problema, nesses casos< é que somente a parte exposta à luz se degrada, ou seja, a parte enterrada fica intacta ou fracionada em pedaços, tornando difícil sua extração ao final da cïlheita. Por outro lado, isso acaba!sendo sooente uma fotofragmentação onde as macromoléculas não foram transformadas, mas sim cortadas pela fragilização dos aditivos.
O resultado é um pó do plástico que estará presente em quantidade quase idêntica à massa de filme utilizada e essa se mistura ao solo cultivado ano após ano. Não há inconveniente para o meio ambiente pois esse processo de eliminação é assimilado, no entanto, não há qualquer vantagem ambiental.
· A Quimiodegradação
Somente esse modo de degradação é susceptível de modificar a estrutura física do material e de transformá-la em substâncias assimiláveis pelo meio natural. A maior parte do tempo, ele consiste em uma oxidação, uma digestão ou uma hidrólise, mais ou menos complexa.
A depolimerização de uma poliamida (PA) ou de um polimetacrilato de metila (PMMA) conduz à transformação completa do polímero, seguindo uma reação química inversa à sua polimerização, em produtos que lembram os monômeros que os originaram, os quais poderiam vir a servir novamente à síntese do mesmo material.
Esse é um dos processos de "reciclagem química" ou de "valorização das matérias-primas".
A biodegradação é uma das variedades da quimiodegradação. Os compostos quimicamente ativos (as enzimas, na maior parte do tempo) são, nesse caso, produzidos por parte dos microrganismos.
Para os polímeros contendo partes biodegradáveis inseridas em suas cadeias macromoleculares, a reação pode ser apenas parcial. Obtemos, então, uma biofragmentação onde o resultado é similar àquele obtido na fotofragmentação.
A quimiodegradação também pode ser completa. Isso se passa, em geral, nos polímeros hidrolisáveis e que se decompõem, seja em CO2 e água (na presença de Oxigênio), seja em Metano (em meio anaeróbico). Os polímeros melhor adaptados a uma biodegradação completa são os polímeros naturais (celulose, amido, borracha natural, gelatinas) e os polímeros sintéticos que possuam estruturas próximas à essas.
Eles contém, em sua cadeia molecular, grupos químicos hidrolisáveis. Eles são, então, biofragmentáveis. Mas, salvo aqueles com cadeia molecular curta, as pequenas cadeias obtidas são diferentemente bioassimiláveis. As dificuldades e o tempo de fragmentação são dependentes da formulação.
Os polímeros aditivados com polímeros naturaisA incorporação de um amido de milho altamente disperso em um polímero, servirá, essencialmente, para responder às preocupações de "eco-marketing" porque, apesar dos efeitos anunciados, a eficácia é praticamente nula. Somente uma pequena parte das partículas de amido estarão acessíveis à biodegradação. A maior parte do amido estará preso dentro da massa polimérica.
Os polímeros "enxertados" com polímeros naturais
Eles contém, em proporções diversas, enxertos de amido na cadeia polimérica (em geral do tipo éster em cadeias curtas).
Os ensaios de degradação se revelaram verdadeiramente decepcionantes. Os mais degradáveis apresentaram propriedades (permeabilidade, estabilidade à água) muito distantes daqueles outros materiais plásticos e muito mais próximos das do papel.
Eles apresentam, em intervalos muito curtos, os grupamentos hidrolisáveis do tipo éster:
Poliglicóis e Polilactídeos Família dos produtos bioassimiláveis pelo organismo, utilizados na fabricação de fios cirúrgicos;
Poli hidróxido butirato Síntese bioquímica dos copolímeros;
Poli hidróxido valerato Degradação aeróbica rápida, anaeróbica mais lenta.
Podemos, então, agrupar os polímeros biodegradáveis em duas categorias:
· Os verdadeiramente biodegradáveisQuase exclusivamente representados por polímeros naturais como a borracha natural, papel, papelão e a madeira. Se trata, no entanto, de polímeros com mercados de aplicação muito especializados.
As propriedades dos polímeros sintéticos biodegradáveis estão, geralmente, muito próximas da celulose, ou seja, que atende a um mercado muito distante dos materiais plásticos, e mais próximos das aplicações voltadas ao papel e papelão.
Em razão de seu preço mais elevado, eles não podem ser escolhidos, a não ser em casos muito particulares onde possam trazer características importantes e determinantes (pureza, rigidez, elasticidade, transparência, bioassimilabilidade,...) e que excede às obtidas com o uso do papel ou papelão.
Por outro lado, as dezenas de milhões de toneladas de materiais plásticos consumidos a cada ano em todo o mundo servem justamente a aplicações nas quais são impostas características essenciais de segurança que tornam muito difícil o uso dos biodegradáveis (proteção de alimentos, construção, transportes, etc.).
É, portanto, totalmente ilusório imaginar que os biodegradáveis podem vir a substituir os materiais plásticos não degradáveis na totalidade de suas aplicações.
Conseqüentemente, os mercados tecnicamente acessíveis aos biodegradáveis serão aqueles ligados ao papel, papelão e madeira e, mesmo assim, onde tenham um preço competitivo.
· Os falsos biodegradáveis
Parcialmente degradáveis ou fragmentáveis, eles não apresentam, a não ser em raras exceções, função outra que não seja a exploração publicitária pseudo-ecológica.
O cúmulo da exploração abusiva das pretendidas qualidades ecológicas se encontra em certas aplicações dos polímeros hidrosolúveis.
Fora de seus usos específicos, é injustificada sua aplicação. Algumas vezes, eles são apresentados como tendo a propriedade de "desaparecer" na água sendo, assim, qualificados como biodegradáveis. É, portanto, uma qualificação imprópria. Esses produtos não são biodegradáveis, mas simplesmente solúveis.
Esses produtos não são biodegradáveis, mas simplesmente solúveis.
Eles não desaparecem, eles somente são colocados em solução na água e, mesmo esses produtos dissolvidos, são pouco ou nada biodegradáveis. Na realidade, a dissolução somente aumenta os teores de DQO - demanda química de oxigênio e DBO - demanda bioquímica de oxigênio, parâmetros essenciais na medição da poluição das águas.
A biodegradação não permite valorizar o material ao final de sua vida, a não ser uma fração muito pequena dos recursos utilizados.
A digestão anaeróbica permitiria recuperar um pouco do metano, isso se coletado, mas os plásticos biodegradáveis reagem em meio aeróbico onde não há a formação de metano.
Os processos de reutilização do plástico normal são incontestavelmente mais ecológicos que os da biodegradação.
Já o composto obtido após a biodegradação teria uma qualidade muito ruim como fertilizante em razão da ausência dos oligo-elementos e dos compostos de azoto que encontramos normalmente nas biomassas.
Já os materiais plásticos normais possuem múltiplos modos de valorização: reuso, reutilização, reciclagens mecânica, química e valorização energética. A re-introdução dos resíduos plásticos no ciclo de fabricação de um produto ou de uma energia permite obter redução dos recursos naturais não renováveis muito superior a qualquer coleta de metano proveniente da degradação dos biodegradáveis. Mesmo levando em consideração os conceitos do Desenvolvimento Sustentável, os processos de reutilização do plástico normal são incontestavelmente mais ecológicos que os da biodegradação.
Fonte: www.futurenergia.org
Tipos de Plasticos

Para uma melhor reciclagem os vários tipos de plásticos não podem ser misturados, então para o melhor entendimento vamos publicar aqui uma serie de postagens que mostra como identificar os vários tipos de plásticos...não cabe a nos, meros mortais essa separação e sim a triagem das industrias de reciclagem, mas como conhecimento nunca é de mais...
- PEAD - Polietileno de Alta Densidade
- PEBD/PELBD - Polietileno de Baixa Densidade/Polietileno Linear de Baixa Densidade
- PET - Polietileno Tereftalato
- PP – Polipropileno
conserva o aroma, inquebrável, transparente, brilhante, rígido e resistente a mudanças de temperatura.
- PS – Poliestireno
- PVC - Policloreto de Vinila
- Outros
Produtos:solados, autopeças, chinelos, pneus, acessórios esportivos e náuticos, plásticos especiais e deengenharia, CDs, eletrodomésticos, corpos de computadores, etc.
Características:flexibilidade, leveza, resistência à abrasão, possibilidade de design diferenciado
Grande Inauguração

A idéia inicial do nossa era montar uma oficina, propriamente dita, onde os alunos do curso de Meio Ambiente do ETECAP pudessem construir seu projetos, guardar suas ferramentas e materiais que são utilizados no processo de montagem, infelizmente por uma questão técnica de "falta de espaço", já que os espaços requisitados por nossa equipe já estavam comprometidos para outros fins, à escola não autorizou a montagem da oficina e o nosso proposta inicial teve que ser revista.
Parte do projeto que fazia parte da oficina seria a montagem de uma biblioteca com a catalogação de meios de reciclagem e reaproveitamento de materiais que seriam destinados aos aterros, tanto de forma artesanal como industrial, então nossa equipe resolveu partir para esse lado. Por questões de permanência, de acessibilidade e de consciência ambiental, o catalogo de papel foi substituído pelo virtual....e aqui estamos nós levando esse projeto em diante.
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